Após o suave amarelo-manteiga símbolo de verão e leveza, Amal Clooney se transformou em pura intensidade no tapete vermelho do Festival de Veneza 2025. Como? A bordo de um vestido vintage Jean-Louis Scherrer de tafetá (coleção outono/inverno 1995) fúcsia.
Ao lado do marido, George Clooney, ela desfilou na estreia do filme “Jay Kelly” com o modelo tomara-que-caia estruturado com drapeados e botões delicados na vertical — desenho que destacou sua feminilidade, mas sem traços de exagero. Mas o verdadeiro espetáculo, porém, estava na cauda (ainda bem que não é Cannes e o código de vestimenta que causou polêmica na última edição): um estrondo de volume, que se alastrava em um “mini + longo”, revelando sensualidade sutil à frente e imponência por trás, como um balé de tecido em movimento.
Amal ainda elevou a escolha com acessórios modernos: saltos metalizados Aquazzura, uma clutch dourada da Jimmy Choo, e joias Cartier — os brincos Panthère de Cartier ainda não lançados, e seu icônico anel Grain de Café, que acrescentaram brilho harmonioso e contemporâneo ao visual.
Na beleza, ela manteve a assinatura vibrante: ondas suaves à la italiana, emoldurando seu rosto com naturalidade; maquiagem de pele luminosa, com sombras cintilantes e um gloss discreto nos lábios, que deram um “ar de verão que ainda resiste”, mesmo diante da umidade veneziana.
Mas uma vez, Amal emergiu não com os holofotes de uma estrela de cinema, mas com o fulgor de uma estrela da moda. Em Veneza, enquanto as luzes projetam seus filmes, ela projeta elegância exuberante, porém, atemporal.
