Apontado como “operador tático e intermediário” do banqueiro Daniel Vorcaro nos negócios do Banco Master, Ascendino Madureira Garcia, o Dino, é um velho conhecido dos investigadores da Polícia Federal.
O nome do operador surgiu nas páginas policiais durante a Operação Lava-Jato, que desvendou um grande esquema de corrupção na Petrobras, com pagamento de propinas por empreiteiras a políticos em troca de vantagens na petroleira.
Dino foi investigado por operar propinas da Odebrecht a políticos envolvidos no escândalo da Petrobras em paraísos fiscais.
Na investigação do Master, Dino é citado como elo entre Vorcaro e Artur Figueiredo, responsável pela execução técnica das movimentações e ajustes contábeis no interior do grupo.