Depois de uma década longe das novelas da Globo, Daniel de Oliveira, 48 anos, lembrado por sua aclamada atuação no filme em que viveu Cazuza, acaba de retornar à ativa na trama de Coração Acelerado, o novo folhetim das 7. Diz ter abandonado o cotidiano fora das telas por não haver outra saída. “Estava precisando”, diz. O hiato cobrou um preço. O afastamento fez com que seu rosto se apagasse da memória do grande público, o que jura não o incomodar. “Gosto quando perguntam ‘qual é mesmo seu nome?’. Fico mais à vontade”, garante o ator. No esticado intervalo televisivo, ele testou a veia empreendedora abrindo um bar em Belo Horizonte, do qual ainda é dono, e ainda se dedicou a arranhar o violão. “Mas senti que era hora de voltar”, diz, animado em reaver os holofotes no horário nobre.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 23 de janeiro de 2026, edição nº 2979