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Lucas Paquetá na mira do Flamengo expõe estratégia bilionária e pressiona rivais

O Bola Quadrada, programa de análise esportiva de VEJA, discutiu a estratégia do Flamengo no mercado e os efeitos colaterais do seu poder financeiro sobre o futebol brasileiro. Para Fábio Altman e Amauri Segalla, o clube da Gávea entra na temporada com capacidade não apenas de se reforçar, mas também de pressionar os rivais a encarecerem seus próprios elencos (este texto é um resumo do vídeo acima).

Segundo Segalla, o Flamengo tem dinheiro para “enfraquecer os concorrentes” mesmo quando não conclui contratações. A simples movimentação por atletas valorizados, afirmou, obriga outros clubes a elevarem salários e valores de renovação, tornando seus times mais caros. O efeito colateral, na visão do editor-executivo, é a criação de elencos inflacionados e com jogadores importantes perdendo espaço.

O tamanho do elenco pode virar problema?

Altman chamou atenção para o impacto esportivo desse modelo. Para o redator-chefe, ao chegar ao Flamengo, o jogador precisa aceitar o risco de banco de reservas, já que a concorrência interna é alta. “O jogador quer jogar”, disse, ponderando que elencos muito grandes dificultam a consolidação de titulares.

O debate ganhou força com a lembrança de que a diretoria rubro-negra revelou ter cerca de 1 bilhão de reais para investir. Nesse contexto, os comentaristas citaram a informação de que o clube estaria disposto a pagar cerca de 220 milhões de reais por Lucas Paquetá. Segalla discordou do valor e afirmou que, para ele, o jogador “não vale isso”.

Mercado inflacionado e reação dos rivais

O Palmeiras também entrou na discussão, após demonstrar interesse por Thiago Almada, movimento que, segundo os comentaristas, elevou o nível da disputa no mercado. O caso de Caio Jorge foi citado como exemplo direto desse efeito: o Flamengo teria oferecido cerca de 32 milhões de euros, além de envolver Everton Cebolinha na negociação, mas o Cruzeiro recusou e conseguiu renovar o contrato do atacante até 2030.

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Para Segalla, o Flamengo caminha para montar “dois times titulares”, com o objetivo claro de dominar o futebol brasileiro. Altman, porém, fez um alerta: elencos caros e repletos de estrelas nem sempre funcionam. Ele lembrou experiências frustradas, como ataques históricos que não deram certo e projetos de “galácticos” que fracassaram no Brasil.

Flamengo e Palmeiras no centro da disputa?

Na projeção para 2026, os editores apostaram em um cenário semelhante ao recente, com Flamengo e Palmeiras disputando praticamente todos os títulos. Ainda assim, Altman disse suspeitar que a disputa interna por posições, em algum momento, pode gerar conflitos e queda de rendimento.

A conversa se estendeu para Minas Gerais, onde o Cruzeiro também aparece como protagonista financeiro.

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E o cenário no Atlético?

No Atlético Mineiro, o cenário também foi descrito como instável. Dentro de campo, o time empatou com o Betim na estreia. Fora dele, o foco foi o futuro de Hulk, citado como alvo de negociações com o Fluminense. Segalla ressaltou que o próprio jogador fez questão de afirmar que não se colocou no mercado, sinalizando desconforto com os rumores.

Ao final, o Bola Quadrada reforçou a ideia de que o dinheiro voltou a ser protagonista no futebol brasileiro, mas que a simples soma de grandes nomes não garante sucesso. Para Segalla e Altman, a temporada deve testar até que ponto o poder financeiro do Flamengo será vantagem — ou um risco — no equilíbrio esportivo do país.

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Bola Quadrada (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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