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Infantino classifica como ‘inaceitável’ caos na final da Copa Africana, em Rabat

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, condenou veementemente os incidentes ocorridos na final da Copa Africana das Nações entre Senegal e Marrocos, realizada em Rabat, no domingo, 18, classificando a conduta da seleção senegalesa e o tumulto no estádio como “inaceitável”. A partida foi marcada por uma interrupção de quase 15 minutos quando a equipe de Senegal, liderada pelo técnico Pape Thiaw, abandonou o campo em protesto contra decisões da arbitragem, gerando um cenário de caos que Infantino afirmou que “deve ser condenado e nunca repetido”.

Em publicação nas suas redes sociais, o mandatário da entidade máxima do futebol criticou duramente a postura de abandonar a partida. “É inaceitável deixar o campo de jogo desta maneira e, igualmente, a violência não pode ser tolerada em nosso esporte. Simplesmente não é certo”, escreveu Infantino, referindo-se aos protestos e aos confrontos entre torcedores e a polícia.

Infantino cobrou que a Confederação Africana de Futebol (CAF) aplique as medidas disciplinares apropriadas e reforçou o dever dos atletas em manter a integridade do esporte. Em sua mensagem, ele destacou: “É também responsabilidade das equipes e dos jogadores agir com responsabilidade e dar o exemplo certo para os torcedores nos estádios e para milhões assistindo ao redor do mundo”. O presidente concluiu alertando que as equipes devem competir dentro das Leis do Jogo, pois “qualquer coisa menos que isso coloca a própria essência do futebol em risco”.

Como foi o jogo

Em uma final caótica e chuvosa em Rabat, o Senegal conquistou o bicampeonato da Copa Africana ao superar o Marrocos por 1 a 0 na prorrogação. O duelo ficou marcado por uma interrupção nos acréscimos, quando os senegaleses abandonaram o campo protestando contra um pênalti polêmico. Após o retorno, Brahim Díaz desperdiçou a chance do título com uma “cavadinha” defendida por Mendy, abrindo caminho para o gol decisivo de Pape Gueye no tempo extra.

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