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Hematoma na mão de Trump volta a chamar atenção, desta vez em Davos

Um enorme hematoma foi visto na mão esquerda do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a cerimônia de assinatura de seu “conselho de paz” no Fórum Econômico Mundial em Davos, na quinta-feira 22. Não foi a primeira vez: ele já apareceu com curativos e até maquiagem nas mãos para disfarçar as marcas arroxeadas, o que vem chamando a atenção da imprensa e fez dispararem as especulações sobre sua saúde no fértil campo das redes sociais.

A Casa Branca já justificou que a intensa rotina de apertos de mão do presidente é a principal causa dos hematomas. “Além disso, ele faz uso diário de aspirina, algo que já foi indicado em seus exames médicos, e isso pode contribuir para o hematoma que se vê”, afirmou em dezembro a porta-voz do governo americano, Karoline Leavitt. O remédio para dor possui ação antiagregante plaquetária, popularmente conhecido por “afinar o sangue”, o que previne eventos graves como infartos e AVCs — mas também leva pequenos vasos sanguíneos rompidos sob a pele demorarem mais para parar de vazar, resultando em hematomas maiores ou mais frequentes.

Em Davos, no início da cerimônia do “conselho de paz”, não havia hematomas visíveis na mão do americano. No entanto, eles se tornaram perceptíveis cerca de 10 minutos depois, quando o presidente estava assinando vários documentos à mesa.

Ao abordar o assunto, Trump disse que bateu a mão em um móvel durante a cerimônia de assinatura do conselho criado para governar Gaza de forma interina e supervisionar sua reconstrução após a guerra Israel-Hamas, mas que ele já sugeriu que pode ser usado para a resolução de outros conflitos mundo afora, em substituição às Nações Unidas.

“Eu bati (a mão) na mesa”, disse ele a uma repórter da emissora americana CNN a bordo do Air Force One. “Passei um pouco de… Como é que se chama mesmo? Creme. Mas foi uma batida”, explicou.

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Com 79 anos, Trump é o presidente mais velho da história dos Estados Unidos e vem a público com frequência para garantir que é saudável. Não raro, coloca-se como superior em matéria de saúde em relação ao seu antecessor, Joe Biden, cuja capacidade física e cognitiva foi questionada ao longo da campanha eleitoral de 2024 — algo amplamente explorado pelo republicano.

No ano passado, o presidente chegou a ir às redes sociais para classificar reportagens recentes que questionam sua condição física como um ato de “sedição, talvez até traição”.

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