Há um ano, o MPF abriu um inquérito para investigar a sonegação de informações, pela Presidência, sobre gastos de Lula e Janja e sobre visitas dos filhos do petista ao palácio.
Em fevereiro de 2025, o Radar mostrou que o caso, por se tratar do mandatário, havia parado na assessoria criminal do gabinete do chefe da PGR, Paulo Gonet. Desde então, por razões desconhecidas, nada mais aconteceu — nem acontecerá.
Na virada do ano, o caso dos sigilos de Lula foi arquivado monocraticamente no gabinete de Paulo Gonet na PGR.
A justificativa para essa decisão também está em sigilo.