A polícia sul-coreana prendeu neste sábado, em Seul, uma brasileira de 30 anos suspeita de perseguir Jungkook, do BTS. Ela já havia sido detida anteriormente por se aproximar da residência do artista sem autorização. Desta vez, a mulher foi presa em flagrante por violação da Lei de Punição por Perseguição. A equipe de Jungkook, após reincidência, solicitou formalmente uma ordem de restrição contra a brasileira.
Segundo a polícia do distrito de Yongsan, a brasileira teria causado tumulto nas imediações da residência ao lançar correspondências, pendurar fotografias e escrever mensagens nas grades do imóvel. O episódio se soma a outros casos recentes envolvendo tentativas de invasão e perseguição ao idol. Em agosto, uma outra mulher, de cerca de 40 anos, foi presa após tentar invadir a casa do artista. Na ocasião, Jungkook relatou o ocorrido a fãs, afirmando que acompanhou a ação por meio do circuito interno de segurança: “Eu estava assistindo a tudo pelas câmeras. Ouvi a polícia chegando e a vi correndo pelo estacionamento subterrâneo tentando abrir a porta. Quando conseguiu, os policiais já estavam ali”, disse o artista.
O cantor também fez um alerta público, afirmando que levará todos os casos de perseguição às autoridades. “Se alguém vier à minha casa, será detido. Todas as evidências estão gravadas. Há câmeras em todos os lugares. A menos que queira acabar na delegacia, não entre aqui”, declarou.
O caso reacende o debate sobre a segurança e a privacidade de artistas do k-pop, frequentemente alvos de perseguições por fãs obsessivos, conhecidas como sasaengs, prática que é crime na Coreia do Sul.