Icônica intérprete de I Will Survive (1978), Gloria Gaynor, 81 anos, causou um alvoroço entre seus fãs após uma doação de cerca de 22 mil dólares a políticos republicanos. De acordo com registros da Comissão Eleitoral Federal (FEC), Gaynor, cujo nome de nascimento é Gloria Fowles, contribuiu para a campanha de diversos candidatos em 2023 através de uma plataforma de arrecadação do partido.
Após a cantora ser anunciada como uma das homenageadas do Kennedy Center Honors 2025, ao lado de Sylvester Stallone e a banda de rock KISS, os fãs da artista se manifestaram nas redes sociais, pedindo a Gaynor que não aceite a honraria em protesto contra o histórico do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à comunidade LGBTQIA+.
Em 1979, a música I Will Survive se tornou um dos hino de empoderamento, em especial aos gays. A artista, entretanto, já deixou claro que não se considera feminista e que as pessoas criaram uma ideia equivocada sobre ela. “As pessoas dizem para mim: ‘E já que você é feminista…’ Hã… na verdade, não. Amo os homens. Cresci com cinco irmãos e amo os homens”, disse a estrela ao jornal britânico Metro.
Na sua passagem pelo Rio de Janeiro, no Rock in Rio 2024, Gaynor falou à coluna GENTE sobre seu posicionamento político mais alinhado a Trump e relevou ataques homofóbicos feito pelo norte-americano. ““O bom para o país são as pessoas unidas, amando e cuidando umas das outras. Deus deu uma única regra e vale para todos”, disse.