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O pedido do Psol após audiência na Câmara com foragidos do 8 de janeiro

Em reação à participação remota de foragidos do 8 de janeiro em audiência pública da subcomissão de fiscalização e direitos dos presos de 8 de janeiro, o Psol pediu que o presidente da Câmara, Hugo Motta, suspenda cautelarmente o mandato do deputado Coronel Meira, presidente do colegiado.

Na representação, o partido comandado por Talíria Petrone na Casa alega que a audiência pública é um instrumento de ampliação da democracia e destaca que não é comum, nessas ocasiões, a presença de foragidos da Justiça. “Na audiência supracitada, foi um fato recorrente e majoritário”.

Condenadas por terem participado dos atos golpistas, Alessandra Rondon e Edith Cristina Oliveira compareceram virtualmente ao colegiado vinculado à Comissão de Segurança Pública.

Alessandra ficou conhecida por gravar vídeos no Senado durante os ataques. Em um deles, ela se identifica e chama senadores de Mato Grosso de “traidores da Pátria”, afirmando que só sairia do local após uma intervenção militar.

Edith já chegou a ser presa pelo envolvimento nos atos golpistas. Ates de fugir do país, ela rompeu sua tornozeleira eletrônica para não ser mais encontrada.

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Outros foragidos que também participaram da subcomissão foram Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio.

“Coronel Meira, na condição de presidente de uma subcomissão, deu voz e vez a uma comitiva de foragidos. É importante lembrar: foragidos que foram partícipes ou entusiastas do 8 de janeiro. A Câmara dos Deputados – a mesma em que eles falaram virtualmente – foi depredada ao extremo. É um ato radical de desrespeito – e escárnio – por parte do presidente da subcomissão. É preciso, portanto, de uma punição adequada para o deputado Meira”, diz a representação.

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