As retiradas aconteciam desde 2022. A empresa de PSY, a P Nation, confirmou que terceiros buscavam os remédios para o artista, mas que não houve prescrição por procuração. O comunicado reiterou ainda que todas as medicações foram prescritas por seu médico e que o cantor foi “diagnosticado com um distúrbio crônico do sono”. O suposto médico que administrava as entregas também foi autuado, mas admitiu que fazia consultas remotas com PSY, corroborando com a versão divulgada pela empresa. PSY também se pronunciou e descreveu a situação como “um erro claro e resultado de negligência”.