Auxiliares do ministro Celso Sabino classificam como “capricho” a ofensiva do União Brasil de querer que ele deixe o primeiro escalão do governo Lula para simbolizar o desembarque da legenda da base aliada.
A Executiva Nacional do União se reúne na próxima semana para decidir se deixa a base governista, o que ampliaria a pressão para que Sabino deixe o comando do Ministério do Turismo. Ele tem sinalizado que quer permanecer no cargo e tem feito apelos à cúpula da sigla.
Interlocutores do ministro pontuam que não faz sentido obriga-lo a sair sendo que indicações do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também do União, serão preservadas, sob o argumento de que são escolhas pessoais do chefe do Legislativo.
Fontes próximas de Sabino fazem um paralelo do comportamento da cúpula do partido a do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação ao Brasil. “Estão replicando a intransigência de Trump, que, quando não gosta de algo, caça o visto”.