Ao viver uma jovem feminista e homossexual, tal como ela própria, Alanis Guillen, 27 anos, diz emprestar seus valores à personagem da trama global das 9, Três Graças. “Ela tem coragem de construir seus ideais porque é muito nova, como eu”, afirma a atriz, que conta ser batizada em homenagem à cantora canadense Alanis Morissette, mas para por aí, já que não é lá muito afeita a se alongar sobre a vida pessoal. E dá uma cutucada em colegas que exibem o dia a dia às vastas plateias nas redes. “Prefiro me ocupar trabalhando”, garante Alanis, que sabe estar num meio em que a intimidade acaba sob holofotes — como ocorreu quando recentemente veio à luz sua relação com a produtora Giovanna Reis. “Nunca tive intenção de me esconder. Sou uma pessoa que transita pelas ruas, pelo mundo, e assim quero continuar”, encerra, bem resolvida.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 23 de janeiro de 2026, edição nº 2979