Após oito anos interpretando Daenerys Targaryen, “a mãe dos dragões” em Game of Thrones, da HBO, Emilia Clarke, 39, não quer mais saber do gênero fantasia — o que, segundo ela, exige “contracenar com o nada”. “É muito improvável que vocês me vejam na mesma foto que um dragão novamente”, enfatizou ela, agora envolvida com uma série de espionagem “bem mais mundo real”. As raízes para o mau humor não têm nada a ver com as criaturas com as quais por tanto tempo conviveu, mas com um dissabor no desfecho do enredo: de figura feminina forte, ela virou uma rainha louca no episódio final, algo que também causou a ira do público. “Entendo por que ficaram irritados. Dei por uma década sangue, suor e lágrimas à personagem”, lamentou.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 23 de janeiro de 2026, edição nº 2979