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Onde assistir aos documentários indicados ao Oscar 2026 no streaming

Entre categorias técnicas e os badalados concorrentes ao troféu de melhor filme — dentre os quais está o longa brasileiro O Agente Secreto — é comum que os documentários contemplados pelo Oscar passem despercebidos pelo público geral. Em 2026, contudo, não há bom motivo para tal. Além da qualidade dos indicados, afinal, três deles já estão disponíveis no streaming e podem ser vistos em casa, disseminando mensagens ora indigestas, ora inspiradoras sobre o mundo contemporâneo. Com a exceção de Rompendo Rochas Mr. Nobody Against Putin, ainda sem previsão de lançamento, saiba onde encontrar os indicados:

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Alabama: Presos do Sistema
Onde ver: HBO Max

Filmado com celulares contrabandeados para dentro do presídio Easterling, em Alabama, nos Estados Unidos, o filme dos diretores Andrew Jarecki e Charlotte Kaufman expõe maus-tratos aos detentos, especialmente a morte de Steven Davis, espancado fatalmente por guardas da instituição. Em contato com a mãe da vítima, os documentaristas buscam respostas sobre o caso e soluções para a precariedade do sistema carcerário do estado.

Embaixo da Luz de Neon
Onde: Apple TV

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Poeta, Andrea Gibson morreu em julho de 2025 devido a complicações do câncer de ovário, apenas meses após lançar este sensível documentário como espécie de despedida. Produzido por Sara Bairelles, Brandi Carlile, Tig Notaro e mais admiradores famosos da figura, o filme acompanha seus últimos meses de vida após o diagnóstico, dentro dos quais decide organizar uma última apresentação e aproveitar ao máximo seu casamento com a também poeta Megan Falley.

A Vizinha Perfeita
Onde: Netflix

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Em junho de 2023, a americana Ajike Owens foi assassinada aos 35 anos pela própria vizinha, Susan Louise Lorincz, com um tiro no peito. Horas antes, os filhos da vítima haviam sido hostilizados por Susan enquanto brincavam em um campo e a mãe queria debater a situação. As semanas seguintes ao crime resultaram em extensa investigação policial, capturada na íntegra pelas câmeras corporais que guardas americanos são obrigados a usar. Coletado e editado pela diretora Geeta Gandbhir, o material vira um espelho indigesto do racismo e da fragilidade das relações humanas face à paranoia.

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