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Dez curiosidades sobre ‘O Agente Secreto’, agora rumo ao Oscar

Rumo ao Oscar, O Agente Secreto foi aplaudido internacionalmente e alcançou feitos históricos. Com os olhos voltados para o longa de Kleber Mendonça, a trama é cheia de curiosidades. A começar por ter tido a mesma quantidade de indicações que Central do Brasil (2022); ao todo, foram quatro. Além disso, pela primeira vez, um filme brasileiro foi indicado a Melhor Elenco e Wagner Moura foi o único brasileiro a concorrer a Melhor Ator.

Dentro do próprio elenco, duas personagens chamaram atenção. A ex-bbb Mariza Moreira, conhecida por ter competido na edição de 2015, foi uma das figurantes e contracenou diretamente com o protagonista em uma cena no Cinema São Luiz. Outra que entrou nos holofotes foi Tânia Maria, 79 anos, que interpretou Dona Sebastiana. Apesar de ter se tornado um destaque, Tânia começou a carreira recentemente e afirmou que não conhecia Wagner antes de trabalhar com ele.

A produção também foi grande: ao todo mobilizou 200 figurantes e 169 veículos antigos, incluindo 41 fuscas – todos foram cedidos por colecionadores de diferentes regiões do Brasil. Já as gravações ocorreram em diferentes cidades: além de Recife, São Paulo e Brasília também se tornaram cena do filme. Foram trinta locações e três cenários montados em estúdios: o Aeroporto dos Guararapes, o Instituto de Medicina Legal (IML) e o posto de gasolina da cena de abertura.

Sobre a trama, a perna cabeluda, um elemento místico que aparece no longa, foi inspirada em uma história real. Durante a época da ditadura militar, quando os jornais eram alvos de censura, muitas matérias eram vetadas de serem publicadas e, logo, editores precisavam encontrar às pressas novas histórias. Assim surgiu a “perna cabeluda” que pulava e perseguia mulheres indefesas. Vale lembrar, por último, que Recife foi uma das cidades com maior repressão militar.

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