O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou o arquivamento das investigações que buscavam apurar sobre a suposta organização de blitzes destinadas a dificultar o deslocamento de eleitores no segundo turno das eleições de 2022.
Estavam na mira as suspeitas de uso indevido de operações policiais para obstruir o trânsito de eleitores em regiões onde as pesquisas apontavam que o presidente Luiz Inácio Lula Silva registrava uma vantagem em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, seu adversário nas urnas.
A Procuradoria-Geral da República se debruçou sobre o caso e concluiu que não havia elementos suficientes para comprovar a participação dos policiais Alfredo de Souza Lima Coelho Carrijo e Leo Garrido de Salles Meira na prática criminosa. Moraes acompanhou o parecer da PGR e determinou o arquivamento da investigação que os tinha como alvo.