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Aprovação de Lula segue estável e indica país dividido, diz pesquisa

A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu estável nos últimos três meses, como indica o levantamento mais recentes da pesquisa Latam Pulse, feita pelo instituto Atlas Intel e divulgada nesta quinta-feira, 22. De acordo com a pesquisa, o cenário é majoritariamente negativo para o pestita, desaprovado por 50% da população, embora tal margem esteja no limite. Outros 49% aprovam sua gestão, o que indica equilíbrio na avaliação e divisão da população, dentro da margem de erro de um ponto percentual. Tal cenário se mantém igual desde a pesquisa realizada em novembro de 2025. O restante, 1%, não soube responder ao questionamento. 

Se observada com uma lupa, a aprovação de Lula tem resultados melhores entre mulheres (56%), pessoas entre 60 e 100 anos (73%), além daquelas com nível educacional até o Ensino Fundamental (61%). No recorte por renda, o desempenho é melhor na faixas mais altas, de R$5 mil a R$ 10 mil (53%) e acima de R$ 10 mil (58%). No recorte religioso, os católicos também avaliam positivamente o presidente: 54% aprovam sua gestão. 

Por outro lado, sua desaprovação é maior entre homens (58%), jovens de 16 a 24 anos (75%), pessoas com nível educacional até o Ensino Médio (62%), aqueles que têm renda familiar entre R$ 2 mil e R$ 3 mil (56%) e entre os evangélicos (74%). 

O cenário de equilíbrio se repete na avaliação de governo. Para 48,5%, o a condução de Lula é ruim ou péssima, enquanto outros 47% avaliam como ótima ou boa. Se consideradas as políticas com maior aceitação, a gratuidade para todos os medicamentos e itens do Farmácia Popular tem a aprovação de 88%, enquanto a isenção do Imposto de Renda para pessoas com renda mensal abaixo de R$ 5 mil é vista como positiva para 76%. 

O imposto sobre compras de até 50 dólares em sites do exterior, por sua vez, é a medida classficada como mais impopular, rejeitada por 59%, seguida pela tentativa de fiscalização das transações via Pix que somam mais de R$ 5 mil no mês — medida alvo de grande mobilização da oposição, inclusive com ataques permeados pela desinformação. A corrupção, para 65%, é apontada como o principal problema do país, seguida por criminalidade e tráfico de drogas, escolhida por 50%. 

A pesquisa ouviu 5.418 pessoas entre os dias 15 e 20 de janeiro. 

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