A argentina Agostina Paez, 29 anos, compareceu à Central de Monitoração Eletrônica na tarde desta quarta-feira, 22, para colocar uma tornozeleira eletrônica, após determinação judicial. Ela é investigada por fazer gestos de cunho racista a um garçom de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio, e tinha passagens compradas para voltar ao seu país.
A instalação da tornozeleira foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária do estado do Rio. A argentina já prestou depoimento na 11ª DP (Rocinha) e disse ter sido provocada pela equipe do bar após uma confusão no fechamento de sua conta. Agostina afirmou ainda que não sabia que estava sendo observada quando fez gestos imitando um macaco e chamou um dos garçons de “mono”, palavra usada em espanhol para manifestações racistas. O momento foi gravado por uma das câmeras de segurança do estabelecimento.
A vítima também já prestou depoimento à polícia e a expectativa é de que a investigação seja encerrada nos próximos dias. No último sábado, Agostina teve seu documento apreendido por agentes da 11ª DP (Rocinha).
A polícia explica que, segundo informações preliminares, a turista se envolveu em uma discussão com o gerente do bar, motivada por um suposto erro no pagamento da conta. A vítima, então, foi verificar as imagens de câmeras de segurança e solic