Desde que lançou a música Todo Homem em um show ao lado do pai, Caetano Veloso, e dos irmãos, Moreno e Tom, recaía sobre os ombros de Zeca Veloso, 33 anos, a expectativa de aparecer com um disco solo, que enfim veio no fim de 2025, com uma dezena de canções inéditas. Evangélico e rotulado como o mais tímido do clã, também ele, fazer o quê?, tem se rendido aos caminhos que conduzem à fama. Participou recentemente de programas na TV e posta aqui e ali banalidades que costumam saciar um já existente fã-clube. “Falam que sou o melhor novo-velho cantor do Rio e o mais belo do canto leste do meu bairro, mas não sei nada sobre isso”, garante ele, modesto.
Com reportagem de Duda Monteiro de Barros, Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 9 de janeiro de 2026, edição nº 2977