Donald Trump quebrou o silêncio sobre a decisão de conceder um perdão presidencial a Sean “Diddy” Combs, condenado cinquenta meses de prisão por crimes relacionados a transporte para fins de prostituição. O rapper enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, no entanto, Trump afirmou que não iria acatar nenhum pedido de clemência de famosos. Outros nomes como Nicolás Maduro e Robert Menendez, ex-senador de Nova Jersey considerado culpado em 2024 por trocar sua influência política por dinheiro, também não entrariam na lista de perdoados pelo republicano.
Antes de tomar a decisão, Trump comentou sobre sua relação com P. Diddy, afirmando que já o considerou “amigável”. “Eu era muito amigável com ele. Me dava muito bem com ele e ele parecia ser um cara legal. Eu não o conhecia bem. Mas quando me candidatei ao cargo, ele foi muito hostil”, disse o presidente à emissora de TV Newsmax no ano passado.