Depois de muita expectativa, Rogério (Eduardo Moscovis) enfim reapareceu em Três Graças, revelando que estava vivo tempo todo — e aterrorizando os vilões Arminha (Grazi Massafera) e Ferette (Murilo Benício), que tentaram assassiná-lo no passado. Com a repercussão do capítulo de segunda-feira, 5, que revelou como se desenrolou o plano dos vilões para matá-lo, Aguinaldo Silva usou as redes sociais para contar um detalhe surpreendente da construção do episódio: ele foi escrito em apenas um dia, “por razões de logística”.
Em uma publicação no Facebook, o autor — que assina a novela junto com Virgílio Silva e Zé Dassilva — contou que estava em Portugal quando a produção telefonou pedindo que o longo flash-back exibido esta semana fosse feito “com a maior rapidez possível”. Apressado pela equipe, Aguinaldo pediu a Virgílio, que estava de plantão, para escrever até a amanhã seguinte a escaleta do capítulo — texto que descreve cena por cena da trama, mas ainda sem diálogos. “Virgílio aceitou a tarefa e me enviou o texto exatamente como ele foi ao ar, ou seja: já pronto”, conta o autor, destacando que novela é “um trabalho de equipe”.
Sincero sobre a exigência do trabalho, o veterano da Globo descreveu o momento como uma prova artística à qual os profissionais das novelas são submetidos diariamente, detalhando o ritmo frenético do ofício. “Temos que produzir trinta e sete páginas por dia, assim como a produção, a direção, os técnicos e os atores têm que parir seis capítulos por semana ao fim da qual dizemos a nós mesmos: ‘Eu pedia ter feito melhor!’”, atestou ele, confessando a autocobrança mesmo diante de elogios.
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